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15/07/2008

Tenho pena...

... de, neste momento, não ter vontade de escrever.

Podia desculpar-me com o excesso de trabalho (férias venham depressa!), com a falta de tema (ainda que continue a ter novidades todos os dias) ou sei lá com o quê...

Mas, afinal, só tenho um motivo: pensar que gentinha que conheço, e que não interessa para nada, e, mais, que me fizeram a vida negra (ainda que não tenham beliscado a nossa felicidade) pode entrar aqui e ler o que escrevo.

Mas, vamos lá fazer um esforço:

A mamã anda a fazer dieta. Ontem ao jantar refilaste comigo: "Oh, mamã, tu tens que comer massa, mãe. A massa faz bem, não sabias? Ai, ai, mãe. Assim eu zango-me contigo."

Ontem contaste-me como ia ser a festinha da escola. Uma vez que o tema da área-projecto é o mar, tu e os teus amiguinhos vão representar uma peça com base nisso. Fiquei a saber que vais ser "um peixinho encarnado", a Sara um "atum furioso", o Afonso uma "lagosta" e contaste uma grande história. E perguntaste-me se eu queria ouvir o cd das ondas, que ias pedir à Vera para o trazeres para casa.

Andas(mos) a vibrar com os planos para as férias. E dizes que vais dar muitos mergulhos na piscina grande. Na praia é que nem por isso, mas os nossos dias a sós serão dedicados a trabalhar esse receio que tens da água do mar.

A tua música preferida agora é esta.

Recebemos a tua avaliação de final de ano e fiquei contente por teres atingido todos os parâmetros definidos para a tua idade.

A tua paixão pelo Afonso está a arrefecer. E felizmente, que aquele meu "genro" é muito pestinha e mau. Ainda ontem o vi a dar-te um empurrão e o pai diz que no outro dia também o viu a arranhar-te. Oh, filha, não sejas mais um exemplo de "quanto mais me bastes, mais gosto de ti", por favor!

E as coisas ficam assim, muito objectivas, numa narrativa muito pouco ao meu gosto. Gosto de escrever com emoção. Mas agora não me apetece fazê-lo aqui. Talvez amanhã!... Ou depois...