07/01/2009

As coisas mais simples...

... deliciam-te. E com regularidade.

Comprei-te uma nova pasta de dentes e coloquei no copinho, no lavatório.

Quando a viste vieste ter comigo, de olhos a brilhar e disseste-me:

- Dá cá um abracinho forte, por me teres comprado uma pasta tão gira, mamã!

A prever o frio...

Resolvi não voltar a adiar uma compra: a de um roupão bem quentinho.

Há muitos, muitos anos que não uso robe. Achava até um bocado foleiro...

Mas uma casa muito fria e, por vezes, necessidade de me levantar durante a noite, fizeram com que me convencesse a voltar a comprar um roupão cor-de-rosa e com umas florzinhas pirosas.

Pelo menos o cor-de-rosa tem um tom bem vivo e o tecido é de malha polar.

Menos mal, foleiro e piroso.

E, melhor que tudo o resto, comprei o S (small). Se bem que isso não perdoa que a minha balança já esteja a sofrer umas alterações "para cima". Pode ser que tenha sido da roupa... vamos ver... ou então foi dos alguns (poucos, mas potentes) disparates que fiz nas últimas três semanas.

Uma vida partilhada

Ontem passeámos de mão dada.
Ontem partilhámos as peripécias do dia de forma entusiástica.
Ontem arrumaste o quarto enquanto eu estava na cozinha. *
Ontem fizemos o jantar a quatro mãos. **

Ontem levantaste-te da mesa para mudares a TV da sala de canal. Jantamos sem TV, mas sabes que gosto de ir deitando o ouvido ao noticiário. ***
Ontem envolvemo-nos num abraço demorado enquanto víamos televisão.

Ontem fizeste-me muito feliz, como em todos os dias da nossa curta vida enquanto mãe e filha.

Como é que eu não hei-de estar super apaixonada por ti e orgulhosa da bênção que é ser tua mãe?

E como é que é possível não esquecer as coisas menos boas assim?

Como disse a Fernanda Serrano, “Viva la vida!”



* Versão menos romântica: deixaste roupa espalhada em cima da minha cama e puxaste (muito pouco) as orelhas à roupa das camas.
** Versão menos romântica: "Deixa eu por, mãe"; "Eu faço, mãe", "Maria deixa a margarina, ficas com as mãos engorduradas", "Maria, sai de cima do banco que cais", "Maria, sai de ao pé do fogão, filha!", blablabla...
*** Deve estar para cair algum santo do altar!!! Eu poder ver/ouvir TV antes das 21h30???

06/01/2009

A mamã portou-se mal

Ontem foste deitar as chuchas no lixo.
Fiquei a olhar para ti, pouco convencida, mas fiz o meu papel: enalteci-te, congratulei-te, mimei-te e por aí fora.

Na hora de ir para a cama começaste a pedir chucha. Durante duas horas consegui controlar-te, mas não conseguias adormecer. Já eram onze horas e o despertador toca às sete e meia da manhã. Acabei por ceder e dei-te um chucha. As outras todas continuam no caixote.

Hoje de manhã não te querias levantar. Comecei a perder a (pouca) paciência matinal. Lá te levantaste e tomaste o pequeno-almoço. Saímos a correr, atrasadíssimas (como quase sempre). Ainda tivemos que parar no r/c. O cão do avô estava farto de ladrar e uivar e o avô não o ouvia (está noutra casa do prédio, que não a dele). Fui buscar o cão e tocar à campainha da actual casa do avô. Toquei, toquei, toquei... implorei... chamei... e só passados cinco minutos é que ele nos ouviu. Refilei e saí porta fora para te deixar na escola.

À chegada à escola abraçaste-me com força e não querias ficar. Tentei falar a bem, ralhei, falei novamente a bem, voltei a ralhar... até que lá ficaste, meio triste, a perguntar se te ia buscar mais cedo. Resposta do costume: "Venho o mais cedo que puder. Prometo."

Claro que isto significa um minuto mais cedo, ou isso... mais de dez horas depois de lá te ter deixado.

Estou farta de trabalhar muito longe de casa.

Estou farta de te deixar dez horas e meia na escola.

Estou farta de ser muito pouco paciente de manhã.

E sinto-me cansada e angustiada por não ser, por vezes, quem mereces que eu seja.

Oh, filha, e o quanto significas para mim!

Vou esperar que o dia passe depressa, para te abraçar a poder explicar-te o que se passou e porque é que algumas manhãs são tão complicadas.

E não me apetece NADA estar aqui.

05/01/2009

Frio... muito frio!

É o que está previsto para esta semana.

Segunda-feira, 5 de Janeiro
13ºC de temperatura máxima
9ºC

Terça-feira, 6 de Janeiro
12ºC de temperatura máxima
8ºC

Quarta-feira, 7 de Janeiro
6ºC de temperatura máxima
1ºC

Quinta-feira, 8 de Janeiro
6ºC de temperatura máxima
-2ºC de temperatura mínima

Sexta-feira, 9 de Janeiro
7ºC de temperatura máxima
-2ºC de temperatura mínima

Sábado, 10 de Janeiro
6ºC de temperatura máxima
3ºC de temperatura mínima

Domingo, 11 de Janeiro
8ºC de temperatura máxima
1ºC de temperatura mínima

Outra vez???

Desde o fim-de-semana que me dói a garganta.
Chateia, mas ia passando o dia.

Esta manhã doía-me mais. Fui até ao espelho da casa-de-banho e abri a boquinha, de língua de fora... Arghhhhhhhhhh, tenho imensos pontos brancos na garganta.

Ok, acho que preciso de tomar um antibiótico.

Quando é que será que a filhota deixa de trazer bicharocos para casa?

Quero ir para casa, deitar-me na caminha e ficar muito quietinha.

02/01/2009

2009

Os meus principais objectivos para o ano de 2009:

- Eu e a minha filha continuarmos a ser felizes e saudáveis;
- Deixar de fumar;
- Que toda a família realize o que mais deseja;

- Continuar a comer mais peixe do que carne;
- Estabilizar o meu peso no actual ou com menos 5 kg;
- Vender a minha casa de "solteira";
- Conseguir começar a fazer uma poupança;
- Solucionar aquele problema grave, mas ultrapassável;
- Não gritar com a Maria mais do que uma vez por semana;
- Não ter que dar uma palmada de vez em quando;
- Perder (muito) menos tempo em deslocações casa-trabalho-casa;

- Cantar mais e gravar uma música;
- Apaixonar-me!

2008

Consegui algumas conquistas que marcaram o ano de forma muito positiva:

- Ser feliz, muito feliz, com a minha filha maravilhosa;
- Não ter mau feitio a nível profissional;
- Começar, nos últimos dias do ano, a resolver um assunto muito grave, mas ultrapassável;
- Perder mais de 16 kgs;
- Tornar a minha casa acolhedora e confortável;
- Estabilizar o meu sistema nervoso;
- Esquecer uma amizade que só me prejudicou e que me levou a conhecer o pior e o melhor que uma pessoa pode ser.

Estas foram as mais marcantes.

Uma passagem de ano bem diferente...

As duas, em casa.

Só o bolo-rei denunciava a data especial.

Sentámo-nos no sofá, encostadinhas uma à outra. Pouco depois das 22h adormeceste. ("Mãe, posso dormir um bocadinho no teu colo?")

E eu fiquei, a tricotar mais um cachecol e a ver CSI no AXN.

Antes da uma fui para a cama.

Não bebi champanhe, não comi passas e nem me lembrei de estrearmos uma peça nova, azul.

31/12/2008

No último dia do ano...

... estamos no meu trabalho, as duas!

E, por incrível que pareça, arranjei maneira de adiantar algumas coisas, enquanto uma colega lhe mostra vídeos animados do You Tube.

E, claro, o tampo do meu módulo de gavetas transformado em mini-secretária, com o computador dela, lápis de cor, livro de actividades, tubo de cola, ... e por aí fora!

Daqui a uma hora e meia já ficamos livres para passearmos e divertirmo-nos, celebrando o final de um ano maravilhoso ao lado uma da outra.

E logo receberemos 2009 as duas, no nosso palácio, com uma visita do papá pelo meio. E este ano é assim que me apetece estar: sossegada em casa, ao lado da melhor filha do Mundo.

Que 2009 seja um excelente ano! Ligeiramente melhor do que este, mas se for igual já não é mau! :)

30/12/2008

Não tínhamos saudades nenhumas...

... de ir à médica de otorrino, ainda que ela seja uma querida!...

Não tínhamos saudades nenhumas daquela injecção de antibiótico.

Não tínhamos saudades de ver outra vez a hipótese de seres operada em cima da mesa. Daqui a um mês, será tomada a decisão.

Ui... começam os nervos...

E eu, enquanto mãe, não tinha saudades de me enganar e saber, desde há uma semana, em que vivemos aquela saga, que tu precisavas de um antibiótico.

Enfim, ficaste no mimo da avó, amanhã e 6ª feira a escola está fechada e dá tempo de recuperares a 100%.

29/12/2008

Um Natal diferente

Este ano passaste a véspera com o papá.

A mãe e o avô foram passar a noite de consoada a casa dos avós.

Desde criança que não passava lá a véspera.

Adorei! Mesmo com as quebras que fui tendo nessa noite, adorei. Adorei estar com os meus avós e com a minha tia melga *.

Só tenho pena de não ter conseguido enganar o meu avô com a meia noite, para adiantar a abertura dos presentes, mas, afinal, até nem custou muito a esperar pela hora em que o Menino Jesus nasceu. E que se cumpra a tradição, que até isso já se anda a perder!

No dia seguinte, o tradicional almoço em casa da minha avó, com a minha mãe e restante família, já com a princesa junto a mim.

Uma lição a reter de uma vez por todas: a Maria recebe presentes a mais. A Maria fica excitadíssima. A Maria acaba sempre o dia a fazer uma birra daquelas bem fortes!

Mas foi um Natal diferente, com algumas mudanças, mas muito positivo.

A família esteve junta, e isso é o verdadeiro espírito da quadra.

Já agora, apetecia-me uma fatia de bolo-rei do Luanda! :)





* Chiça, que a mulher estava stressada quando cheguei, eheheh.

Do surto de gripe e das urgências...

Dia 23 à tarde, pensei "a febre está cá sempre, a garganta está inflamada, é melhor ir ver o que é que a miúda tem".

Primeiro passo:
- Boa tarde, a Dra. M. hoje dá consultas?
- Não, mãe. Está de férias a semana toda.
- Ok, obrigada. Boas Festas!

Segundo passo:
Vamos à urgência da Estefânia.
Ups... sala de espera cheia...
Ups... sala de espera mesmo cheia.
Fazemos a inscrição, procuramos um local para nos sentarmos. Passado um bocado, não muito, somos chamadas à triagem, onde somos informadas de que o tempo médio de atendimento médico anda acima das três horas.
- Olhe, sabe, deixe estar, temos possibilidade de ir a uma unidade particular. Boas Festas!

Terceiro passo:
Entramos num táxi.
- Boa tarde, é para a Fialho de Almeida, por favor, para o Centro Clínico dos SAMS.
- Ai, menina, não se consegue passar para lá. Está muito trânsito.
- Temos que tentar, a minha filha está doente.
- Pois, mas não pode ir de metro?
(aqui começou o espírito natalício começou a escassear)
- Não, não posso. Para já porque o metro não vai até lá e depois porque a menina está com febre. É para a Fialho de Almeida, por favor.
- Está muito trânsito... qual é o caminho que propõe?
(ai, a minha vida...)
Começo a engolir em seco. Afinal está mesmo muito trânsito e não conseguimos andar para lado nenhum.
- Olhe, afinal é para as Olaias, por favor.
- Pois, boa escolha. É que está muito trânsito, não se consegue passar para lado nenhum. E a mim não me dá jeito nenhum andar aqui no trânsito.
- Nem a si, nem a mim, que tenho uma criança com febre.
Continuamos no trânsito até casa.

Ainda tento mais uma coisa enquanto vou no táxi.

Quarto passo:
- Avózinha, ligas-me aí para a policlínica a saber se ainda está aí algum médico, por favor?
Passados uns segundos, o meu telemóvel toca:
- Olha, filha, já não têm ninguém, só o oftalmologista.
- Pronto, avó, obrigada...

Quinto passo:
18h10
- Boa tarde, eu tenho o cartão de saúde da AMI e queria pedir assitência de urgência ao domicílio para a minha filha, por favor.
- Sabe que os médicos só saem a partir das oito?
- Sei sim, mas ela assim é das primeiras! :)
- Lamento informá-la, mas desde as 18h já ligaram 52 pessoas.
(chiça... isto não está a correr nada bem!)
- Mas a miúda está cheia de febre e com muita tosse, precisa mesmo de ser vista por um médico.
- Pois, tem que ter paciência e aguardar.
Aguardámos... até às onze da noite, quando a médica entrou, perguntou o que ela tinha, auscultou-a e viu-lhe a garganta.
- Não tem nada na garganta.
- Desculpe??? Como assim, se eu vejo a garganta dela muito inflamada e com pontos a ficarem brancos?
- A auscultação está boa, não oiço nada.
- Desculpe??? Mas a miúda até farfalheira tem tido! E disso percebo eu, que tenho bronquite asmática.
- Tosse lá, para eu ouvir - pediu. Mas o seu pedido não foi atendido "a tosse agora não vem".
- Já agora, podia ver-lhe os ouvidos, porque ela queixa-se dos ouvidos?
- É normal. Estando o nariz com tantas secreções é normal que lhe doam os ouvidos.
- Mas, sabe, ela antigamente fazia otites de repetição. (já estava a perder a paciência)
- Pois... (e não lhe viu os ouvidos!!!) Vou-lhe passar a receita. Continue a dar o Actifed, o Maxilase e os outros para a febre. E dê-lhe este xarope e coloque-lhe estas gotas no nariz.
Vislumbro a receita e até cego quando leio Propavente* prescrito a uma criança de três anos e meio.
- Boas Festas - despedi-me eu, antes que o espírito natalício voasse mesmo bem para lá da Patagónia.

Amanhã vamos à médica de Otorrino, nossa AMIGA (que só hoje regressa a Lisboa). Esta noite voltaste a chorar e a queixares-te muito dos ouvidos.

E assim vai a nossa saúde...

* Claro que não aviei o Propavente. Ainda anuí em pedir a opinião dos farmacêuticos lá do bairro, mas quando vi o quanto esbugalharam os olhos apercebi-me de que estava certa em não dar semelhante medicamento à miúda.

Do surto de gripe...

Eu não pedi a ninguém que eu e a minha filha tivéssemos gripe em época de festas, pois não?

De maneira que o pack não milagroso andou para todo o lado connosco (Actifed, Maxilase, Neo-Sinefrina, Stodal, Ben-u-ron e Brufen).

E a Maria adormeceu ao colo antes do almoço de Natal, por isso não foi à mesa.

E a Maria anda num misto de greve de fome, porque come em dois ou três dias o que comia num...

E esgotámos o stock de lenços de papel que normalmente usamos num ano...

E eu ando cheia de olheiras porque as noites têm sido péssimas. Quando não sou eu ou a Maria, também nos calha a ser a vizinha de baixo, que anda com uma tosse terrível.

16/12/2008

Pausa

Pequenina, prometo.

Agora preciso de (re)carregar baterias.

10/12/2008

Sensível às energias...

Desde que fiz a iniciação de Reiki que me sinto muito mais sensível à energia das pessoas e dos espaços.

O pior é quando isso nos dificulta a vida profissionalmente, porque sinto que me são retiradas energias. Fico cansada, esgotada... só com o ar que se respira.

E espero ansiosa pelas hora de saída todos os dias e pelas férias de final de ano, para descansar, junto da minha filhota linda.

E a ver se estes dias passam depressa que já não há paciência para tantos problemas juntos. Agora ainda mais... apre... Dezembro começa a ser um mau mês para mim, se bem que no ano passado também o foi mas por motivos, sacanices e maldades muito piores. Pelo menos sei que nunca mais me volta a acontecer uma como essa. É impossível que alguém consiga igualar!

09/12/2008

Curtas

Curta I
- Mãe, quando eu era bebé bebia leite das tuas maminhas, pois era?
- Sim, filha.
- Deixa-me beber leite das tuas maminhas.
- Tonta! Já não há leite, só há quando os filhos são bebés! Não tenho...
- Então... então vai arranjar o leitinho e põe nas maminhas!

Curta II
- Maria, queres dormir aqui em casa da avó? - perguntou a avó MJ.
- Não. Depois a minha mãe fica sozinha e chora.
(efeitos disto?)

Curta III
- Mãe, vais ao café com a tia?
- Sim, vou.
- E se eu não pedir, compras-me uma pastilha? Eu não estou a pedir, mãe!

Curta IV
Fomos assistir ao espectáculo do Zig Zag e nas duas horas de espectáculo pediste pipocas à família da fila de trás, uma bolacha no intervalo, algodão doce (que detestaste), foste perguntar de que sabor era o iogurte que um bebé estava a comer e correste para uma senhora que ia abrir um pacote de pistachios para o filho. Eu juro que não passas fome e de que até sou mãe para te comprar guloseimas regularmente! :)

Curta V
- Maria, se voltas a deitar os legos para o chão deito-os fora - ralhava a minha madrasta.
- E por acaso foste tu que me comprou os legos? Não podes fazer isso!

Curta VI
- Maria, liga a televisão. Quando eu acabar de assistir à série deixo-te por os Teletubbies.
Continuaste a fazer birra. Fiz-me valer do argumento "Pai Natal/presentes". Temos um boneco Pai Natal junto à televisão:
- Olha, Pai Natal, a Maria está a portar-se mal. Acho que não merece presentes! - disse eu a olhar para o boneco.
- Oh, mãe, este Pai Natal é a fingir...
(mais uma vez fiquei sem resposta, eheheh)

Curta VII
Andamos numa fase de muito namoro. Várias vezes ao dia sou brindada com beijinhos, abraços, encostos, palavras doces ("és a mamã mais linda do Mundo").

05/12/2008

Quando me deixas sem resposta...

- Maria, porque é que tens papel higiénico nas cuecas?
- É como a ti, mãe!!!

- O avô não vem?
- Não, filha.
- Mas agora nunca vem?

03/12/2008

Um fim-de-semana intenso

Há umas semanas atrás a pipa (prima) Bea, ficou em nossa casa, para uma festa do pijama. Este fim-de-semana calhou o contrário: foste tu lá dormir.

Levaste o dia inteiro a perguntar quando é que o pipo chegava e a perguntar-me se já tinha arrumado a tua roupa. Finalmente chegou a hora de ires e ias imponente, de sorriso rasgado, sentada na cadeirinha do carro do Pipo, dizendo-me adeus. Parecias a mamã, quando vai para uma noite de karaoke precedida de um bom jantar (bem) regado de sangria docinha.

Este fim-de-semana também fomos à antestreia VIP deste filme. Lá andaste de asas de fada, tiraste uma fotografia com a Sininho, pediste-me as pipocas da praxe, mas ao fim de meia hora disseste de forma bem audível: "Mãe, quero ir-me embora". E claro que a mãe te fez a vontade! :)

Estiveste bem disposta este fim-de-semana. Também foste à festa de aniversário de um dos teus tios como papá. Era escusado era fazeres uma birra (das grandes) com o pai e com a mãe, não é, filha?

Mas, a maior parte do tempo, portaste-te bem e andaste bem disposta. Temos passado muito tempo juntas e isso é cada vez melhor, tirando as manhãs. Está frio e tens sono, por isso não tens facilitado a vida aqui à mamã. Mas, no geral, tem corrido tudo bem.

Quanto a brincadeiras, continuas a preferir imitar rotinas (da escola, da mãe em casa) e acabas por brincar sempre com os bebés, enquanto finges que é hora da sesta

Quando queres, és encantadora e eu amo-te muito.

Canto-te ao ouvido: "gosto de ti daqui até à lua, gosto de ti da lua até aqui, gosto de ti simplesmente porque gosto, e é tão bom viver assim". É esta a nossa declaração de amor, actualmente.

02/12/2008

Saber tirar alguma coisa de positivo...

... da (complicada) situação familiar que tenho estado a viver é pesar-me. Menos 1,500 Kg numa semana.

Já perdi 15 kg.

Este fim-de-semana também mudei de visual. A Maria comentou que o meu cabelo está igual ao dela. Estou com um tom de castanho mais dourado, portanto.